Juízes 16
RC69
1 E FOI-SE Sansão a Gaza, e viu ali uma mulher prostituta, e entrou a ela.
3 Porém Sansão deitou-se até à meia-noite, e à meia-noite se levantou, e travou das portas da entrada da cidade com ambas as ombreiras, e juntamente com a tranca as tomou, pondo-as sobre os ombros; e levou-as para cima até ao cume do monte que está defronte de Hebrom.
4 E depois disto aconteceu que se afeiçoou a uma mulher do vale de Soreque, cujo nome
5 Então os príncipes dos filisteus subiram a ela, e lhe disseram: Persuade-o, e vê, em que
6 Disse pois Dalila a Sansão: Declara-me, peço-te, em que
7 Disse-lhe Sansão: Se me amarrassem com sete
8 Então os príncipes dos filisteus lhe trouxeram sete
9 E os espias
10 Então disse Dalila a Sansão: Eis que zombaste de mim, e me disseste mentiras; ora declara-me
11 E ele lhe disse: Se me amarrassem fortemente com cordas novas, com que se não houvesse feito obra nenhuma, então me enfraqueceria, e seria como qualquer
12 Então Dalila tomou cordas novas, e o amarrou com elas, e disse-lhe: Os filisteus
13 E disse Dalila a Sansão: Até agora zombaste de mim, e me disseste mentiras; declara-me
14 E ela as fixou com uma estaca, e disse-lhe: os Filisteus
15 Então ela lhe disse: Como dirás: Tenho-te amor, não
16 E sucedeu que, importunando-o ela todos os dias com as suas palavras, e molestando-o, a sua alma se angustiou até à morte.
17 E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca subiu navalha à minha cabeça, porque
18 Vendo pois Dalila que já lhe descobrira todo o seu coração, enviou, e chamou os príncipes dos filisteus, dizendo: Subi esta vez, porque
19 Então ela o fez dormir sobre os seus joelhos, e chamou a
20 E disse ela: Os filisteus
21 Então os filisteus pegaram nele, e lhe arrancaram os olhos, e fizeram-no descer a Gaza, e amarraram-no com duas cadeias de bronze, e andava ele moendo no cárcere.
22 E o cabelo da sua cabeça lhe começou a crescer, como quando foi rapado.
23 Então os príncipes dos filisteus se ajuntaram para oferecer
24 Semelhantemente, vendo-o o povo, louvavam ao seu deus: porque diziam: Nosso deus nos entregou na mão o nosso inimigo, e ao que destruía a nossa terra, e ao que multiplicava os nossos mortos.
25 E sucedeu que, alegrando-se-lhes o coração, disseram: Chamai a Sansão, para que brinque diante de nós. E chamaram a Sansão do cárcere, e brincou diante deles, e fizeram-no estar
26 Então disse Sansão ao moço que o tinha pela mão: Guia-me para que apalpe as colunas em que se sustém a casa, para que me encoste a elas.
27 Ora
28 Então Sansão clamou ao Senhor, e disse: Senhor
29 Abraçou-se pois Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre elas, com a sua mão direita numa, e com a sua esquerda na outra.
30 E disse Sansão: Morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela
31 Então seus irmãos desceram, e toda a casa de seu pai, e tomaram-no, e subiram