Cânticos 2
RC69
1 EU
2 Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha amiga entre as filhas.
3 Qual a macieira entre as árvores do bosque tal
4 Levou-me à sala do banquete, e o seu estandarte em mim era o amor.
5 Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor.
6 A sua
7 Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o
9 O meu amado
10 O meu amado fala e me diz: Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.
11 Porque eis que passou o inverno: a chuva cessou,
12 Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra:
13 A figueira já deu os seus figuinhos, e as vides em flor exalam o seu aroma: levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.
14 Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz
15 Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas
16 O meu amado
17 Antes que refresque o dia, e caiam as sombras, volta, amado meu: faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.