Contexto da Ação Judicial
A pastora Rosileia Santos, que foi processada pela Igreja do Evangelho Quadrangular, se manifestou publicamente sobre a ação de prestação de contas que tramita na 2ª Vara Cível de Sete Lagoas, em Minas Gerais. A declaração foi divulgada após uma reportagem sobre o caso, publicada no dia 20 de julho de 2026.
Defesa da Pastora
Em sua nota oficial, Rosileia Santos destacou que durante os 37 anos em que esteve à frente da administração da igreja, sempre apresentou relatórios financeiros e contábeis de forma mensal. A pastora contestou os valores divulgados pela instituição, que apontam uma divergência patrimonial de aproximadamente R$ 600 mil, argumentando que esses números não refletem a realidade.
Esclarecimentos e Transparência
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A pastora afirmou que não teme prestar contas e que todos os fatos serão esclarecidos no decorrer do processo judicial, onde terá a oportunidade de exercer o contraditório e a ampla defesa. Ela enfatizou que deixou a Igreja Quadrangular sem levar nenhum bem, referindo-se à sua saída como uma decisão de autopreservação.
Apoio dos Membros
Rosileia também mencionou que os membros que decidiram acompanhá-la na Igreja Azusa o fizeram de maneira espontânea, reforçando sua posição de que não houve manipulação ou coação.
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Ataques e Tentativas de Desqualificação
A pastora relatou que desde sua saída da Igreja Quadrangular, tem enfrentado ataques pessoais e tentativas de desqualificação. Essas afirmações representam sua versão dos acontecimentos e ainda não foram analisadas judicialmente.
Processo em Andamento
O processo nº 1011306-25.2026.8.13.0672 ainda está em andamento. É importante ressaltar que a existência da ação não implica em condenação ou comprovação de desvio ou apropriação indevida de recursos.
Reflexão Bíblica
O livro de Provérbios nos lembra: “O homem íntegro caminha seguro, mas o que perverte seus caminhos será conhecido” (Provérbios 10:9). Essa passagem ressalta a importância da integridade e da transparência nas ações de cada indivíduo.
Conclusão
A situação envolvendo a pastora Rosileia Santos e a Igreja Quadrangular destaca a complexidade das relações institucionais dentro do meio religioso. A defesa da pastora, que afirma ter atuado com transparência ao longo de sua gestão, levanta questionamentos sobre a prestação de contas em organizações religiosas e a necessidade de um processo justo e claro. O desfecho desse caso poderá influenciar a percepção da comunidade sobre a integridade nas lideranças e a gestão financeira nas igrejas.
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