Deputado Marco Feliciano se posiciona sobre a investigação
O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP) manifestou sua opinião nas redes sociais a respeito da inclusão do pastor Silas Malafaia em um inquérito que também abrange o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um vídeo publicado na última sexta-feira, 15 de agosto, Feliciano descreveu a investigação como uma forma de perseguição política e religiosa, afirmando que essa ação ‘não é legítima’.
Acusações e a defesa de Feliciano
Segundo o parlamentar, Silas Malafaia foi mencionado em processos que tratam de acusações como coação no curso do processo, obstrução de investigações de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Contudo, Feliciano argumentou que tais acusações não têm fundamento e simbolizam um ataque à liberdade de expressão.
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“O que está acontecendo não é uma investigação legítima no meu pensamento. É uma escalada. E a história nos mostra onde esse caminho leva”, declarou o deputado.
Comparações com perseguições em outros países
Feliciano traçou um paralelo entre a situação no Brasil e casos de perseguição religiosa em nações como Nicarágua, Cuba e Venezuela. Ele destacou que, historicamente, regimes autoritários começam atacando opositores políticos e, em seguida, voltam suas atenções para líderes religiosos.
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“Na Nicarágua, Daniel Ortega fechou rádios e TVs cristãs, expulsou missionários e prendeu padres que denunciavam seus abusos. Em Cuba, pastores foram perseguidos, presos e exilados por se recusarem a pregar o Evangelho moldado pelo regime. Na Venezuela, líderes religiosos que se opuseram à ditadura enfrentaram ameaças e até foram silenciados”, afirmou.
A liberdade de expressão em risco
Para o deputado, a situação de Silas Malafaia representa uma tentativa de silenciar vozes críticas ao governo. Ele enfatizou que o pastor não está sendo investigado por corrupção ou enriquecimento ilícito, mas sim por se manifestar publicamente.
“O ‘crime’ dele foi usar a liberdade de expressão para questionar e denunciar abusos. Essa é a essência da democracia. E ela está sendo pisoteada aqui no Brasil”, comentou Feliciano.
Manifestações e motivações por trás da investigação
O deputado também vinculou a investigação à convocação que Malafaia fez para uma grande manifestação marcada para o dia 7 de setembro. Feliciano sugeriu que a intenção por trás da investigação seria impedir a presença do pastor no evento, que deve atrair apoiadores de Jair Bolsonaro e líderes religiosos para Brasília.
“Qual o intuito de fazer isso com o pastor Malafaia nesse exato momento, depois daquela gigantesca manifestação que ele promoveu? Seria porque ele conclamou o povo para uma nova, mega manifestação em 7 de setembro e querem silenciá-lo para não discursar ali?”, questionou o deputado.
Ele ainda mencionou que o julgamento de Bolsonaro está agendado para o dia 2 de setembro, cinco dias antes do ato, e fez referência ao pedido de cassação do deputado Eduardo Bolsonaro, reforçando que “nada é por acaso”.
Pedido de orações e reflexão sobre a democracia
Feliciano fez um apelo por orações, expressando sua preocupação com a atual situação política no Brasil. “Fé numa democracia não se cala. A verdade não se prende e a liberdade não se negocia. Estamos no front, mas não está nada fácil”, concluiu.
Reflexão Bíblica
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)
Fonte: https://www.fuxicogospel.com.br/2025/08/marco-feliciano-silas-malafaia-investigacao.html
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